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A educação de refugiados sírios em meio à guerra

  • 17 de abr. de 2018
  • 1 min de leitura

Nos últimos dias, a guerra na Síria tem atraído olhares de todo o mundo, principalmente no que diz respeito à suspeita do uso de armas químicas. As consquências desse combate afetam principalmente as crianças, o grupo mais vulnerável da sociedade. Devido à situação precária em campos de refugiados, em países vizinhos como a Turquia, Jordânia e Iraque cerca de 85% dos refugiados sírios vivem em extrema pobreza e tem como prioridade a sobrevivência - de acordo com dados da UNICEF. Sendo assim, a educação das crianças não é a prioridade de suas famílias. Segundo o jornal Al Jazeera, com base nos dados da Organização das Nações Unidas (ONU), cerca de 43% dos refugiados sírios, ainda em fase infantil, não frequentam escolas. Esse cenário evidencia as condições em que as crianças sírias são submetidas, sendo as mais desprotegidas pelas leis internacionais, vivendo sob um ambiente hostil, enfrentando desde trabalho infantil, casamento infantil, estupros, cooptação para o combate armado, etc. Somente no início deste ano, de acordo com dados da UNICEF, cerca de 1.000 crianças sírias já foram mortas no país e 10.000 vivem sem o amparo de suas famílias em campos de refugiados em países vizinhos. Sendo assim, a guerra impede que toda uma geração de crianças sírias tenham acesso à educação, adiando o futuro daqueles os quais se espera que reergam a nação.

Referências Bibliográficas:

1. https://www.aljazeera.com/news/2018/04/syria-refugee-children-futures-lost-war-180411151533233.html 2. https://www.aljazeera.com/news/2018/04/opcw-inspectors-allowed-syria-douma-uk-delegation-180416093322500.html


 
 
 

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