O futuro de migrantes africanos em Israel e o acordo entre Israel e a ONU
- 2 de abr. de 2018
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No início de 2018, o governo israelense aprovou um plano orçamentário para efetuar a expulsão de migrantes africanos para seus países de origem ou para um terceiro país africano, caso contrário seriam presos até que fossem deportados. Para que isso acontecesse, os migrantes receberiam passagens aéreas gratuitas e cerca de U$3.500.Essa ação fez com que organizações em prol dos Direitos Humanos reagissem e pressionassem o governo israelense solicitando o cancelamento da mesma, visto que muitos desses migrantes que voltavam para a África, eram presos, mortos e colocados em situações de perigo. Entretanto, em 2 de abril, o Alto Comissariado das Nações Unidas estabeleceu um acordo com Israel que soluciona, em grande parte, os problemas migratórios que o país vem enfrentando nos últimos tempos. O acordo estabelece que a ONU será responsável por encaminhar metade dos requerentes de asilo para o Canadá, Alemanha ou Itália, enquanto que Israel passa a abrigar a outra metade - cerca de 16.250 pessoas-, concedendo o status de migrante a estes durante os próximos 5 anos.
Referências Bibliográficas:
https://www.timesofisrael.com/israel-reaches-landmark-deal-with-un-to-resettle-african-migrants/ .
https://www.timesofisrael.com/israel-delays-deportation-of-african-migrants-until-after-passover/ .
http://www.valor.com.br/internacional/5423207/israel-faz-acordo-com-onu-para-transferir-imigrantes .


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