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O Terrorismo e a Política Internacional – Parte I

  • 21 de mar. de 2018
  • 1 min de leitura

O novo tipo de terrorismo – o do Estado Islâmico (EI) – herdeiro, ainda mais brutal, que o grupo Al qaeda tem motivado uma repulsa internacional, ainda que, sem resultados que possam definir a situação de avanço dos adeptos do “novo” Califado em territórios do Iraque, da Síria e que, tentam avançar no xadrez vulnerável da política internacional. Em 11 de setembro de 2001, os Estados Unidos da América, com o maior e mais sofisticados aparatos de vigilância e controle do planeta, não evitaram o ataque do grupo terrorista Al qaeda, rede internacional sem base territorial fixa que marca sua ação com grande espetáculo mortífero de acordo com valores e interesses próprios. Os atentados terroristas atingiram dois símbolos do poder norte-americano: as torres gêmeas, templo financeiro em Nova Iorque e parte do Pentágono – o Ministério da Defesa dos EUA – em Washington. Aqueles repentinos e imprevistos ataques ao território da maior potência mundial, assistidos ao vivo na TV pelo mundo inteiro, utilizaram-se das mais modernas tecnologias do espaço aéreo e romperam com a ordem da política mundial até então vigente.

O 11 de setembro representou uma mudança na tradicional relação de guerra e paz entre Estados, até então considerados atores exclusivos da política internacional. Seriam agora os terroristas, entidades soberanas com legitimidade para atacar um Estado, no caso, a superpotência norte-americana? Esse fato e suas consequências podem nos ajudar a entender o significado do que é Política Internacional.


 
 
 

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